Mostrando postagens com marcador (in)utilidade publica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador (in)utilidade publica. Mostrar todas as postagens

19 de jul. de 2012

Lá e de volta outra vez

Hoje sai um texto. Aliás, vai sair agora.

Acabou essa sem-vergonhice de ficar com o blog mais vazio que a Câmara dos Deputados em dia de plenária.

Não sei ainda sobre o que vai ser esse texto, mas ele vai sair.

Eu poderia falar sobre as eleições vindouras. Vou votar no Freixo e o jingle mais tosco é o do Dr. Perereca. Que eu descobri depois de ver a kombi dele num engarrafamento. Na minha frente. Por uma meia hora mais ou menos. Mas ele tá no Facebook, então tá beleza.

Ou então sobre um novo passatempo que eu descobri: inserir nomes de Pokémons nos livros. Charmander in the Rye, Charizard 451, The Haunter Palace, The Old Man and the Seaking, A Farfetch'd to Arms... A lista não acaba.

Vamos ver... Eu poderia falar sobre o suplente do Demóstenes, que já está enrolado no Senado e precisa explicar suas relações com Cachoeira. Mas acho que ninguém quer ouvir muito sobre isso.

Aliás, falando em coisas que ninguém está muito afim de saber, hoje é dia do futebol. Basicamente tudo tem dias hoje em dia. Olha o ponto em que nossa sociedade foi chegar. Depois os maias dizem que o mundo vai acabar e ninguém sabe porque. Aliás, nesse ritmo periga o Dia Internacional do Fim do Mundo virar feriado. Se o mundo não acabar, lógico.

Eu poderia falar que eu nunca reviso meus textos, mas acho que vocês já perceberam isso. É, eu deveria. Mas eu posso começar amanhã. Junto com a minha dieta.

Enfim, eu tenho muito para falar, mas o mais importante é que o blog está voltando ao seu ritmo normal.

Ou seja, outra atualização, só em agosto.

26 de abr. de 2012

Pelos direitos de todos

Como todos os meus bem informados e atualizados leitores sabem, neste exato momento em que eu escrevo, o STF está votando a questão das cotas sociais. No presente momento, a eleição está em 9x0 para as cotas, mas tudo indica que a decisão será unânime.

É um passo extremamente importante para a resolução da questão racial no Brasil. Sim, embora algumas pessoas teimem em não reconhecer, nós temos um grave problema racial, embora ele seja, como já é de praxe no Brasil, varrido para debaixo do tapete e depois dá-se um jeitinho.

Enfim. Não querendo ficar para trás, o Potemkin faz jus ao seu viés revolucionário e segue, mais uma vez na vanguarda.

Senhoras e senhores, é com prazer que lhes informo que hoje o Potemkin se torna o primeiro blog da internet a adotar cotas para o humor negro!

A partir desta noite, 10% dos posts do blog deverão conter trocadilhos ofensivos, piadas ruins ou, porque não, ambos! Aliás, não é nada muito diferente do que já se faz normalmente por aqui.

Desta maneira, voltamos a assumir nossa postura de liderança na luta pelos direitos das minorias! E que venham novas batalhas!


4 de mar. de 2012

Psico-délico

Acredito que todos tenham acompanhado, tão alarmados quanto eu, espero, a nomeação do senador-bispo-pastor-ou-sabe-se-lá-qual-cargo-dele-na-Universal Marcelo Crivella para ser ministro da pesca.

Essa noticia foi extremamente preocupante porque, em primeiro lugar, se existe um ministro da pesa, deve obrigatoriamente existir um Ministério da Pesca. Sim, nós temos um. Por que? A pergunta talvez seja por que não.

Ou talvez não haja necessidade de perguntas. Sem querer diminuir a importância da pesca, mas esse Ministério é quase tão útil quanto, digamos, um Ministério das Gravatas ou Ministério da Preservação das Borboletas com Asas Azuis da Groenlândia (popularmente conhecido como MPBAAG).

Esse tipo de Ministério serve apenas para aplacar a fome de cargo dos partidos. De todos. Independente da orientação politico-ideológica, é fato que eles parecem mais interessados com seu enriquecimento do que com qualquer outra coisa. Inclusive com a pesca.

O que nos leva ao segundo ponto. Ok, ok, fizemos o tal do ministério. Agora, como será que de todos os nomes possíveis entre oceanógrafos, engenheiros de pesca (sim, eles existem), pescadores ou até mesmo taxistas (que parecem saber de tudo) ganhou um cara que nunca foi nem num pesque e pague??

A resposta é simples e desesperada: a verdade é que nem o governo leva a sério o Ministério da Pesca. E o da Cultura. E o da Educação. E o dos Esportes. E o do Meio Ambiente. E da Fiscalização Alfandegária. Enfim, basicamente de todos os ministérios, tirando o da Fazenda, é claro, já que sem uma economia sólida governo nenhum se sustenta no Brasil.

(aliás, eu semper quis saber porque o Ministério da Fazenda tem esse nome se ele trata de cédulas e não de animais ou vegetais ou tratores)

Esse é apenas mais um dos muitos sinais do óbvio: no Brasil os Ministérios são apenas moeda de troca política e uma garantia de dinheiro fácil no fim do mês. Enquanto a mentalidade dominante (e não é só na classe política, posto que senadores e deputados são meros reflexos de seus eleitores) for mesquinha e egoísta, é só isso que se pode esperar do país: mesquinharia e egoísmo.

3 de jul. de 2010

E o peixe morreu

Sr. Diego estava confiante. Passou a semana inteira falando sobre como ia massacrar o adversário, como os outros times invejavam a Argentina, que ia ser de goleada contra um freguês antigo e coisas do gênero. Não, não estou falando da retumbante goleada alemã por quatro a zero, mas sim do 3 a 1 que o Brasil meteu na Argentina, que jogava em casa e em um estádio escolhido a dedo e preparado pelo Sr. Diego de modo a dar o maior trabalho possível ao time brasileiro.

Acelerando pouco mais de um ano, podemos ver que ele não mudou muito a postura. Ganhou alguns jogos e deu como garantida sua equipe na final, mas esqueceu que do outro lado havia a Alemanha, que joga com precisão cirúrgica em cima do ponto fraco do adversário. No caso, não me refiro a boca do Maradona, mas sim ao Otamendi, que tomou uma goleada da Jabulani e poderia ter sido expulso, não fosse substituído.

A Alemanha fez suas principais jogadas em cima de Otamendi, e quando ele saiu, foi em cima do grande vazio verde que ficou por lá, uma vez que nenhum jogador argentino parecia interessado em jogar de lateral direito.

Mas voltando ao ponto principal, Maradona pagou caro pela sua arrogância. Se tivesse ficado calado ao invés de falar merda, talvez não virasse motivo de chacota internacional. Talvez nem tomasse de 4, porque, como pode ser visto até nas substituições do Low, os alemães jogavam para frente com sangue nos olhos e vontade de fazer o Maradona pagar caro por cada besteira que falou durante a semana.

Bem feito. Como diz o ditado, o peixe morre pelo Otamendi, digo, pela boca.

6 de abr. de 2010

Plantão saúde

Psicólogos e cientistas relataram ontem uma descoberta que vai virar o Mundo de cabeça para baixo. Pesquisadores da Universidade Municipal de Pau Grande, no Rio de Janeiro acabam de anunciar o Transtorno de múltiplas personalidades online.

De acordo com os pesquisadores, esta síndrome esteve presente desde sempre, porém atingiu níveis caóticos com o advento do Twitter e seus fakes abundantes. É como nos explica a jovem A, que também é B, C, D e E.

(voz de pato) -"Po, tipo, tá ligada na parada. É mó sinistro. Tipo, sei lá. É mega-bizarro. Po, ce fica mó sem noção. Sei lá... Tipo... Sei lá."

De acordo com os pesquisadores, o principal efeito da síndrome é causar uma depêndencia enorme das vítimas em relação ao computador e à aceitação de seus perfis.

Suas principais vítimas são adolescentes retardadas devoradoras de Capricho, mas a síndrome já foi identificada em outros seres, tais como blogueiros com pseudônimosm imbecis.

6 de mar. de 2010

Carrega no encarnado

Feche os olhos e pense em cinco coisas que facilitam a sua vida.

Internet. Ok. Carro. Também. Privada com descarga? Bem... é melhor que cavar um buraco no chão ou ter que sair no meio de um temporal para a casinha. Coçador de costas? Ééééé... Ok. Não é todo mundo que tem alguém disposto a coçar costas alheias. Escrita. Eu não podia deixar de fora.

Eu não tenho certeza de suas escolhas, mas você não precisou de mais de dez segundos. E ainda pensou em mais outras.

Mas alguém já parou para pensar de onde veio isso tudo? Será que eles simplesmente se materializaram?

Se você tem um mínimo de inteligência, respondeu que não. Mas fica uma pergunta: De onde veio essa idéia?

Fique tranqüilo, porque eu mesmo dou a resposta. Foram as pessoas preguiçosas que inventaram isso tudo. A preguiça é a mãe das invenções.

Responda rápido: Quem você acha que inventou a roda? Um sedentário preguiçoso ou um atleta ativo?

O controle remoto foi com certeza obra de um sedentário que não aguentava mas se levantar. Assim como os pacotes tamanho família de Batata Ruffles e Doritos.

E assim caminha a humanidade. Cada vez que alguma coisa começa a dar trabalho vem alguém fazer algo para facilitar.

Os E.U.A. não tem a população mais gorda do mundo por acaso.

E viva a Bahia!

30 de jan. de 2010

E o pronome?

O pronome de tratamento seu é muito utilizado no Brasil.

Infelizmente, pouquíssimas pessoas sabem como utiliza-lo.

Deve ser porque oficialmente ele não existe.

Mas enfim, voltando ao que interessa.

Visando resolver este problema, eu preparei um guia da correta utilização do pronome de tratamento seu.

1)Dirigindo-se a um superior:

Ao se dirigir a alguém que ocupa uma posição superior a sua na hierarquia, recomenda-se a utilização de "Seu" seguido pelo sobrenome do mesmo.

Ex: Seu Almeida.

2)Dirigindo-se a uma pessoa idosa/ que possua uma importância relativa:

Nessas ocasiões, o pronome de tratamento seu pode ser acompanhando pelo nome ou apelido da pessoa.

Ex: Seu João, Seu Zé.

3)NUNCA no feminino.

Nunca em hipótese alguma utilize seu ao se dirigir a uma mulher. Muito menos sua.